fazem uns anos
que o meu grande abusador sou eu.
que me martirizar não adianta.
não sei o que aprendi depois disso.
talvez eu esteja procurando
em meus caminhos
na parede tinha o rascunho da árvore que dizia que nem todos os que vagam estão perdidos
preciso parar de escrever a minha mão dói preciso fazer xixi mas parece que não posso parar até me redimir do que só foi chamado de crime por mim:
que pena que pena
amanhã é sábado
comecei a escrever com a caneta falhando. vai ver até ela quis testar o meu ímpeto. peguei a outra caneta. escrevi um tempo atrás um poema s...