terça-feira, 27 de abril de 2010

O que é poema?

O que é poema?
É o que me perguntam
E eu sempre falo:

É a doce inspiração de uma alma,
É o amor,
É a dor...

É a lágrima de alegria
Com a mais pura tristeza,
É o sim do não...

É o amor e a desilusão,
É o sonho,
É o pensamento,
É a poesia do ser...

É a cor, a inspiração,
É o bonito,
É o feio,
Em fim...
É o que está no coração!

sábado, 24 de abril de 2010

Palavras ao Vento


A, primeira letra do alfabeto é também a primeira letra da palavra amor e se acha importantíssima por isso! Com A se escreve "arrependimento" que é uma inútil vontade de pedir ao tempo para voltar atrás e com A se dá o tipo de tchau mais triste que existe: "adeus"... Ah, é com A que se faz "abracadabra", palavra que se diz capaz de transformar sapo em príncipe e vice-versa...
Com B se diz "belo" - que é tudo que faz os olhos pensarem ser coração; e se dá a "bênção", um sim que pretende dar sorte.
Com C, "calendário", que é onde moram os dias e o "carnaval", esta oportunidade praticamente obrigatória de ser feliz com data marcada. "Civilizado" é quem já aprendeu a cantar ´parabéns pra você` e sabe o que é "contrato": "você isso, eu aquilo, com assinatura embaixo".
Com D , se chega à "dedução", o caminho entre o "se" e o "então"... Com D começa "defeito", que é cada pedacinho que falta para se chegar à perfeição e se pede "desculpa", uma palavra que pretende ser beijo.
E tem o E de "efêmero", quando o eterno passa logo; de "escuridão", que é o resto da noite, se alguém recortar as estrelas; e "emoção", um tango que ainda não foi feito. E tem também "eba!", uma forma de agradecimento muito utilizada por quem ganhou um pirulito, por exemplo...
F é para "fantasia", qualquer tipo de "já pensou se fosse assim?"; "fábula", uma história que poderia ter acontecido de verdade, se a verdade fosse um pouco mais maluca; e "fé", que é toda certeza que dispensa provas.
A sétima letra do alfabeto é G, que fica irritadíssima quando a confundem com o J. G, de "grade", que serve para prender todo mundo - uns dentro, outros fora; G de "goleiro", alguém em quem se pode botar a culpa do gol; G de "gente": carne, osso, alma e sentimento, tudo isso ao mesmo tempo.
Depois vem o H de "história": quando todas as palavras do dicionário ficam à disposição de quem quiser contar qualquer coisa que tenha acontecido ou sido inventada.
O I de "idade", aquilo que você tem certeza que vai ganhar de aniversário, queira ou não queira.
J de "janela!, por onde entra tudo que é lá fora e de "jasmim", que tem a sorte de ser flor e ainda tem a graça de se chamar assim.
L de "lá", onde a gente fica pensando se está melhor ou pior do que aqui; de "lágrima", sumo que sai pelos olhos quando se espreme o coração, e de "loucura", coisa que quem não tem só pode ser completamente louco.
M de "madrugada", quando vivem os sonhos...
N de "noiva", moça que geralmente usa branco por fora e vermelho por dentro.
O de "óbvio", não precisa explicar...
P de "pecado", algo que os homens inventaram e então inventaram que foi Deus que inventou.
Q, tudo que tem um não sei quê de não sei quê.
E R, de "rebolar", o que se tem que fazer pra chegar lá.
S é de "sagrado", tudo o que combina com uma cantata de Bach; de "segredo", aquilo que você está louco pra contar; de "sexo": quando o beijo é maior que a boca.
T é de "talvez", resposta pior que ´não`, uma vez que ainda deixa, meio bamba, uma esperança... De "tanto", um muito que até ficou tonto... De "testemunha": quem por sorte ou por azar, não estava em outro lugar.
U de "ui", um ài" que ainda é arrepio; de "último", que anuncia o começo de outra coisa; e de "único": tudo que, pela facilidade de virar nenhum, pede cuidado.
Vem o V, de "vazio", um termo injusto com a palavra nada; de "volúvel", uma pessoa que ora quer o que quer, ora quer o que querem que ela queira.
E chegamos ao X, uma incógnita... X de "xingamento", que é uma palavra ou frase destinada a acabar com a alegria de alguém; e de "xô", única palavra do dicionário das aves traduzida para o português.
Z é a última letra do alfabeto, que alcançou a glória quando foi usada pelo Zorro... Z de "zaga", algo que serve para o goleiro não se sentir o único culpado; de "zebra", quando você esperava liso e veio listrado; e de "zíper", fecho que precisa de um bom motivo pra ser aberto; e de "zureta", que é como fica a cabeça da gente ao final de um dicionário inteiro.
Adriana Falcão

Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=6XD1hV5ObHA

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O Caderno











Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco
Até o be-a-bá.
Em todos os desenhos
Coloridos vou estar
A casa, a montanha
Duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel...

Sou eu que vou ser seu colega
Seus problemas ajudar a resolver
Te acompanhar nas provas
Bimestrais, você vai ver
Serei, de você, confidente fiel
Se seu pranto molhar meu papel...

Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo
Se você quiser
Quando surgirem
Seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá
Num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel...

O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado
Se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente
O que se há de fazer...

Só peço, à você
Um favor, se puder
Não me esqueça
Num canto qualquer...(2x)

Dedico essa música para minha companheira de blog e amiga Flora de Paula.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Todo mundo tem

Comentando agora o assunto da última postagem feita:

Vou te contar,viu??
Esse negócio de veia poética é só pra quem pode.
Por que é o seguinte, todo mundo tem poesia.
A diferença é que os meros mortais tem a véia.
a véia INSPIRAÇÃO momentânea., que varia. se você estiver sofrendo por amor, ou se alguma coisa de faz refletir as musas inspiradoras aparecem. esses são os motivos mais comuns..
Tirei da pequena lista de motivos para inspiração as grandes alegrias de um ser, pq normalmente quando as pessoas estão alegres elas estão curtindo a vida de outra forma a não ser escrevendo poesias.
Ela pode até viver poesias nos momentos alegres da vida.
pois é.!
eu desejo aos que são semelhantes a mim, por não terem a VEIA poética e sim A VÉIA inspiração, muitas inspirações.
e aos poetas muita folha e caneta para que possam tornar imortais seus sentimentos em forma de poesia!

Boa noite.

alegria de menina, olhos de mulher

Temos aqui uma grande poetisa, que com grande honra, é colaboradora do nosso blog.
Não tendo uma veia poética, vou agora transfundir meu sangue com o de Cecília e copiar um texto para minha queridíssima companheira de dias e saídas e vindas e idas, resumindo, vida.

Motivo

Cecília Meireles

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste :
sou poeta.

Irmão das coisas fugidias,
Não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
– não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.

Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno e asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
– mais nada.



domingo, 18 de abril de 2010

A grande sensibilidade da mulher de pedra.

Bem acompanhada, a crônica, por uma música de fundo: Debussy - Clair de Lune

O PRIMEIRO BEIJO

Os dois mais murmuravam que conversavam: havia pouco iniciara-se o namoro e ambos andavam tontos, era o amor. Amor com o que vem junto: ciúme.
- Está bem, acredito que sou a sua primeira namorada, fico feliz com isso. Mas me diga a verdade, só a verdade: você nunca beijou uma mulher antes de me beijar? Ele foi simples:

- Sim, já beijei antes uma mulher.

- Quem era ela? perguntou com dor.

Ele tentou contar toscamente, não sabia como dizer.

O ônibus da excursão subia lentamente a serra. Ele, um dos garotos no meio da garotada em algazarra, deixava a brisa fresca bater-lhe no rosto e entrar-lhe pelos cabelos com dedos longos, finos e sem peso como os de uma mãe. Ficar às vezes quieto, sem quase pensar, e apenas sentir - era tão bom. A concentração no sentir era difícil no meio da balbúrdia dos companheiros.

E mesmo a sede começara: brincar com a turma, falar bem alto, mais alto que o barulho do motor, rir, gritar, pensar, sentir, puxa vida! como deixava a garganta seca.

E nem sombra de água. O jeito era juntar saliva, e foi o que fez. Depois de reunida na boca ardente engulia-a lentamente, outra vez e mais outra. Era morna, porém, a saliva, e não tirava a sede. Uma sede enorme maior do que ele próprio, que lhe tomava agora o corpo todo.

A brisa fina, antes tão boa, agora ao sol do meio dia tornara-se quente e árida e ao penetrar pelo nariz secava ainda mais a pouca saliva que pacientemente juntava.

E se fechasse as narinas e respirasse um pouco menos daquele vento de deserto? Tentou por instantes mas logo sufocava. O jeito era mesmo esperar, esperar. Talvez minutos apenas, enquanto sua sede era de anos.

Não sabia como e por que mas agora se sentia mais perto da água, pressentia-a mais próxima, e seus olhos saltavam para fora da janela procurando a estrada, penetrando entre os arbustos, espreitando, farejando.

O instinto animal dentro dele não errara: na curva inesperada da estrada, entre arbustos estava... o chafariz de onde brotava num filete a água sonhada. O ônibus parou, todos estavam com sede mas ele conseguiu ser o primeiro a chegar ao chafariz de pedra, antes de todos.

De olhos fechados entreabriu os lábios e colou-os ferozmente ao orifício de onde jorrava a água. O primeiro gole fresco desceu, escorrendo pelo peito até a barriga. Era a vida voltando, e com esta encharcou todo o seu interior arenoso até se saciar. Agora podia abrir os olhos.

Abriu-os e viu bem junto de sua cara dois olhos de estátua fitando-o e viu que era a estátua de uma mulher e que era da boca da mulher que saía a água. Lembrou-se de que realmente ao primeiro gole sentira nos lábios um contato gélido, mais frio do que a água.

E soube então que havia colado sua boca na boca da estátua da mulher de pedra. A vida havia jorrado dessa boca, de uma boca para outra.

Intuitivamente, confuso na sua inocência, sentia intrigado: mas não é de uma mulher que sai o líquido vivificador, o líquido germinador da vida... Olhou a estátua nua.

Ele a havia beijado.

Sofreu um tremor que não se via por fora e que se iniciou bem dentro dele e tomou-lhe o corpo todo estourando pelo rosto em brasa viva. Deu um passo para trás ou para frente, nem sabia mais o que fazia. Perturbado, atônito, percebeu que uma parte de seu corpo, sempre antes relaxada, estava agora com uma tensão agressiva, e isso nunca lhe tinha acontecido.

Estava de pé, docemente agressivo, sozinho no meio dos outros, de coração batendo fundo, espaçado, sentindo o mundo se transformar. A vida era inteiramente nova, era outra, descoberta com sobressalto. Perplexo, num equilíbrio frágil.

Até que, vinda da profundeza de seu ser, jorrou de uma fonte oculta nele a verdade. Que logo o encheu de susto e logo também de um orgulho antes jamais sentido: ele...

Ele se tornara homem.

(In "Felicidade Clandestina" - Ed. Rocco - Rio de Janeiro, 1998)

Clarice Lispector

vixe, gente



Sabe, gente
É tanta coisa pra gente saber
O que cantar, como andar, onde ir
O que dizer, o que calar, a quem querer

Sabe, gente
É tanta coisa, que eu fico sem jeito
Sou eu sozinho e esse nó no peito
Já desfeito em lágrimas que eu luto pra esconder

Sabe, gente
Eu sei que, no fundo, o problema é só da gente
É só do coração dizer não, quando a mente
Tenta nos levar pra casa do sofrer

E quando escutar um samba-canção
Assim como
"Eu Preciso Aprender a Ser Só"
Reagir
E ouvir
O coração responder:
"Eu preciso aprender a só ser"

Gilberto Gil

Heroína


“Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim,
Disse Deus: Não comereis dele,
Nem nele tocareis
Para que não morrais. ”
(Génesis, 3:3)

Isso já resume tudo.

Quando você toca no “fruto proibido”,
Não consegue sair ilesa...
Ele a ama,
Você o ama...
Mas lembre-se,
ELE É O FRUTO PROIBIDO.

Em um momento de toque mais profundo...
Ele pode matá-la!
Mas do mesmo jeito,
Você não CONSEGUE ficar sem ele...
E ele sem você..

Com ele você sente maravilhosa..
Depois de tanto procurar.. finalmente,
Achou o seu lugar...
Mesmo que esse lugar,
Seja ao lado do fruto proibido.

Aquilo, que você não consegue ficar longe..
Aquilo, que você morreria sem ele..
Aquilo, em que você não consegue viver sem..
Aquilo, que é irresistível a você..
Como se fosse uma heroína criada somente para você..
Aquilo, o fruto proibido.
L.L

sábado, 10 de abril de 2010

Sinto




Não há palavras para explicar,
O que sinto com o seu olhar.
Com seus gestos,
Sua voz...

Não há palavras para explicar,
O que sinto quando o vejo chegar.
O que sinto quando o vejo de novo,
O que sinto quando o vejo voltar...

Não há palavras para explicar,
O que sinto quando tu não estar.
O que sinto quando não te vejo,
O que sinto sem poder te achar...

Não há palavras para explicar,
Como é fácil te amar.
Como é fácil te querer perto,
Como é difícil poder te amar...

Letícia L.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Estamos sempre tendo que viver a vida aceitando algumas coisas impostas em nosso destino. Outras que você ache que pode inverter o péssimo quadro, vá em frente para que tenha mais valor e valentia a sua vida.
Uma das coisas muito frequentemente impostas, que é muito difícil calcularmos o quando dói e o quanto é difícil aceitarmos é a despedida.
No período da ditadura militar, um ótimo músico e compositor escreveu uma música e tentou diversas vezes lançá-la aos ouvidos do povo, mas por conta das censuras só pode ser gravada e publicada muito tempo depois. Penso eu que essa música retrata bem a situação:

Já vou embora
mas sei que vou voltar
Amor não chora
Se eu volto é pra ficar

Amor não chora
que a hora é de deixar
O amor de agora pra sempre ele ficar

Eu quis ficar aqui mas não podia
O meu caminho a ti não conduzia
Um rei mal coroado não queria o amor em seu reinado
Pois sabia não ia ser amado

Amor não chora eu volto um dia
O rei velho e cansado já morria
Perdido em seu reinado
Sem Maria
Quando eu me despedia
No meu canto lhe dizia


Querendo continuar, o que mais marca pra mim, na música é uma frase que diz: o amor de agora pra sempre ele ficar.
Uma forma de dizer que não precisa de preocupação, que o amor ali presente na amizade ou relação nunca vai acabar.

domingo, 4 de abril de 2010

Semana Santa

Nem sei direito como transcrever o tanto de coisas boas que eu trouxe dessa semana santa. Me diverti, me melei de lama, quase ia escorregando (na lama) ao tentar fugir de um sapo que parecia um boi - de tão grande que era -, tive vontade de chorar, tive muita vontade de dançar a noite inteira até o sol raiar - mas meus joelhos não deixaram.
Recebi uma mensagem da minha mãe e nela tinha assim:
[...]
Fortaleçam os laços de amizade e a confiança entre todos e em vocês mesmos!
[...]
Tudo isso aconteceu e até um pouquinho mais que isso. Agora sei que posso dizer pra muitas pessoas, com muita sinceridade, que as amo! Sei que posso contar com meus anjos e sei que posso dizer pra eles que eu também serei seu anjo. Por isso sou muito grata e agora pretendo acabar esse papo melosoo e tão santo que eu postei aí e colocar uma música que quem não conhecer tá precisando de um remédio, uma conversa muito séria com um psicólogo, ou coisa assim.

Vou pedir pra você voltar
Vou pedir pra você ficar
Eu te amo, eu te quero bem

Vou pedir pra você gostar
Vou pedir pra você amar
Eu te amo, eu te adoro, meu amor

A semana inteira fiquei esperando
Pra te ver sorrindo
Pra te ver cantando

Quando a gente ama
Não pensa em dinheiro
Só se quer amar

De jeito maneira
Não quero dinheiro
Quero amor sincero
Isso é o que eu espero
Grito ao mundo inteiro
Não quero dinheiro
Eu só quero amar
[...]

Isso aí galera.! O AMOR comanda o mundo.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

-Reflita.

Já escondi um amor com medo de perde-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já senti tanto medo ao ponto de nem sentir as mãos.
Já expulsei pessoas que me amava da minha vida, já me arrependi por isso.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amavam.
Já passei horas no espelho tentando descobri quem sou. Já tive tanta certeza de mim ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância as pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já sinti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes já deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já sonhei de mais, ao ponto de confundir com a realidade....já tive medo do escuro, hoje no escuro "me agacho, me acho, fico ali."
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reeguer, já me reeguir achando que não iria mais cair.
Já corri atrás de um carro, por que ele levava embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu, e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo", e descobri que não eram... algumas pessoas nunca prexisei chamar de nada e sempre foram especiais pra mim.
Não me dêem formulas certas, por que eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração.
Não me façam ser o que não sou, não me covidem pra ser igual, por que sinceramente sou diferente!
Nâo sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das ideias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhas que eu vou dizer:
-E daí? EU ADORO VOAR! -reflita