terça-feira, 30 de novembro de 2010

“Quando eu tinha 5 anos, minha mãe sempre me disse que a felicidade era a chave para a vida. Quando eu fui para a escola, me perguntaram o que eu queria ser quando crescesse. Eu escrevi “feliz”. Eles me disseram que eu não entendi a pergunta, e eu lhes disse que eles não entendiam a vida.”

John Lennon

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

pajem? aahn.. sim.


Um dia desses fui num casamento e fiquei pensando nos pajens! Pajem é aquele que vai levar a aliança aos noivos. Nem sabia que as criancinhas que levam as alianças tinham um nome, mas como a maioria das coisas, uma pessoa vem e nomeia aquela tal coisa.
Bom vamos ao assunto:
Pensei no porquê de os pajens serem crianças, com bem frequência.
Talvez fosse porque eles são bonitinhos e tal.
Ou porque haverá grande chance de eles fazerem alguma coisa fora do planejado e fazer as pessoas rirem.
Não, não! Só por isso?
Aí olhei pro lado e vi uma bebêzinha, tão bonitinha, feliz a morder um brinquedinho e deformar seu rosto como alguma das caretas que o Jim Carrey faz em seus filmes.
Pensei que os pajens eram crianças pra apresentar toda a inocência de uma criança. Já que o casamento é um momento da junção de dois adultos (na maioria da vezes) que estão se preparando para uma vida mais adulta! rs
Pra lembrar aos noivos da vida leve e sem preocupações que eles já tiveram e que eles precisam buscar um equilíbrio entre essa vida dos pajens e a vida que agora eles terão juntos.

A chuva me traz um cheiro bom de infância.
Um sorriso tímido no rosto e profundo.
Um clima bom de namoro.
Um barulho bom de sossego, ou de sono.
Chuva traz um querer de cobrir-se.
Chuva traz um querer de liberdade.
Um sorriso largo de quem vai dançar com alegria e alma.


Flora

domingo, 28 de novembro de 2010

Espaços Vazios.

Quando chego em casa há sempre um sorriso cativante a me receber, que por mais abalado que eu esteja esse sorriso acolhedor me abraça e me acalenta. Está sempre lá, aqueles espaços preenchidos, preocupados comigo, e naquela rotina frenética sabia que estava bem.
Mas o tempo... estragou meu jantar, afastou meus amigos, destruiu meus amores, comeu minhas juntas, levou minha vitalidade, acabou com meus livros e tudo o tempo leva embora, leva ao chão, o pó retornando ao pó.
Agora quando chego em casa em minha solidão... estar vazio... olho para os lados e o que me resta? Onde estar o sorriso? Nessa rotina frenética esqueci de perceber que enquanto passava pela a vida o tempo realizava seu trabalho, trabalho esse que nunca fica inacabado.
Percebo agora cada espaço vazio ao meu redor, prova de que o tempo sabia o que estava fazendo, e cada espaço agora vazio levou um pedaço que era meu, que direito tinha tempo de levar pedaços meus, que direito tinha ele de me deixar tão vazio quanto os espaços antes ocupados e aconchegantes?
Espaços vazios é tudo que me resta, mas não consigo lembrar, esforço minha memória até as lágrimas escorrerem como um rio sem fim, um rio Nilo, vermelho, vermelho de sangue, como uma das pragas, mas não lembro, não consigo lembrar daquele sorriso, dos rostos que estavam sempre a minha espera, do calor, tudo estar tão vazio e frio, como uma pedra. Agora tudo que me resta são espaços vazios.
Augusto Reis

sábado, 27 de novembro de 2010

"Tenho tentado aprender a ser humilde. A engolir os nãos que a vida me enfia pela goela a baixo. A lamber o chão dos palácios. A me sentir desprezado-como-um-cão, e tudo bem, acordar, escovar os dentes, tomar um café e continuar."

— Caio Fernando Abreu

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Quando olho pra você, milhões de palavras saltam da minha cabeça tentando passar pela minha boca - trancada com a vergonha e o medo de você me achar boba - as coisas que eu nem sempre consigo demonstrar. Me pego te olhando sem nenhum motivo, ou faço alguma coisa só pra fazer você olhar pra mim imaginando que isso me dê algum empurrão fazendo com que elas saiam. As vezes encosto em você, só pra ver se você vai ficar brincando de me empurrar ou vai apenas segurar minha mão. Na verdade pouco importa, as duas coisas me fazem arrepiar. Por outras, envolvo meus braços em você querendo te trancar ali e não te soltar jamais. Quem sabe nesse ‘jamais’, eu consiga olhar diretamente pra você e dizer o que eu tenho ensaiado tanto tempo. Ainda vou morder meus lábios muitas vezes pra me segurar, mas meus dedos têem muita mais afinidade ao desenvolver textos, do que a mim ao desenvolver meu romance. Leia por aqui o que eu ainda estou tentando te dizer quando olho diretamente pra você. Eu te amo.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

voltei, meu povo


Olá, galera! Finalmente a internet está de volta, desculpem a ausência. Espero que tenha disponibilidade para sempre estar postando, agr que estão chegando as férias. Vou deixar aí pra vocês uma música maravilhosa de uma cantora meio desconhecida, mas também maravilhosa, que inclusive acho que já apresentei pra vocês.

Os Dias
(Flávia Wenceslau)

Tem dias que é só sossego, nos dias que não reclamo.Tem dias que olho o céu, nos dias que faço planos. Um dia de cada vez, pra ver inteirar um ano. Num dia lugar seguro, no outro me segurando. Tem dias que sou menino, subindo ladeira acima, nos dias de sol a pino, sem me desanimar. Tem dia de ventania. Tem dia que curva entorta. Tem dia de calmaria,de vento, de vela e prosa. Tem dia que é só folia, tem dia que a rua é morta. Tem dia que a alegria amanhece na minha porta. Tem dias que é só lembrança, de um dia que já se foi.

Um dia pra todo mundo, o outro pra nós dois.

Abraços, galera! :***

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Gosto muito do meu mundinho. Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu azul, outras tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos. Mas Não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso. São necessárias.

Caio F. Abreu

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Esclarecimentos!

Desculpem-nos, desculpem-nos, desculpem-nos por não estarmos postando!
Nossas vidas estão uma loucura!
Essa semana teremos três apresentações, traduzindo: FUUU!
Então estaremos muito ausente por aqui!
E bom, a Flora está sem Internet faz muito tempo, isso explica sua ausência!
Então desculpem-nos, e por favor, desejem boa sorte a nos, vamos precisar!

Até Breve!

Se quiserem dêem uma olhadinha no meu tumblr, tem umas coisinhas interessantes!

domingo, 7 de novembro de 2010

E você não para, até que esteja morto.

Um belo dia você acorda com uma dor no pescoço. Uma dor nas costas. Seus olhos ardem. Seus músculos ardem. Você tem dificuldades para se lembrar das coisas, você tem dificuldades para acordar. Você tem dificuldades para dormir, para engordar, ou emagrecer, dificuldades em chegar de um ponto ao outro, dificuldades em chegar ao ponto, você perde o ponto, perde tempo. ganha rugas.
Os dias passam, você respira fumaça, bebe água contaminada. Queima a pele do seu rosto pelos raios catódicos do monitor, acende um cigarro, se pergunta até que idade você vai sobreviver.
Pensa em se mudar para o interior. Pensa em parar de fumar. Pensa em comprar roupas novas. Pensa em matar alguém.
Um belo dia você acorda e se dá conta que está cansado.
Você se cansa da cidade, dos carros, das luzes. Você se cansa do lixo, das pessoas, do barulho. Se cansa de não saber para onde ir, se cansa de não ter para onde ir e precisar ir para algum lugar.
Você se cansa de não ter razão, de não ter caminhos, de não ter opções, se cansa de ver sua vida igual a de todos os outros, se cansa de ser de um rebanho sem pastor.
Você se cansa de chefes, deuses, impostos, moda, dinheiro. Você se cansa da sensação de estar desperdiçando seu tempo, você se cansa de não ter tempo algum para disperdiçar.
Você se cansa de viver em um mundo onde quem não está desesperado, está louco. Você se desespera com medo de enlouquecer. Respira fundo, acende um cigarro.
Você se cansa de não saber exatamente do que está cansado. Se cansa do “alguma coisa está errada” que paira sobre o ar desde uma época que você não se lembra.
Se cansa das avenidas, das ruas, das alamedas, das praças, do sol, dos postes, das placas de sinalização, das buzinas.
Você se cansa de amores incompletos, de amores platônicos, de falta de amor, de excesso disso e daquilo. Se cansa do “apesar de”. Se cansa do rabo entre as pernas, da sensação de estar sendo prejudicado, se cansa do “a vida é assim mesmo”. Você se cansa de esperar, de rezar, de aguardar, de ter esperanças, cansa do frio na barriga, cansa da falta de sono.
Você se cansa da hipocrisia, da falsidade, da ameaça constante, se cansa da estupidez, da apatia, da angústia, da insatisfação, da injustiça, do frenezi, da busca impossível e infinita de algo que não sabe o que é. Se cansa da sensação de não poder parar.
E você não para, até que esteja morto.
Pcsiqueira.

sábado, 6 de novembro de 2010


I love this!
Minha bipolaridade não é doença, é escolha. Felicidade demais me enjoa, tristeza demais, hum.. não preciso nem explicar. Ser chata faz parte, simpática é necessidade. Não passou o dia sem um surto de loucura. Tenho uma certa mania de dormir chorando de saudades. Irritante quebra o gelo, grossa impõe autoridade. Sendo infantil deixo de ser chata, sendo madura deixo de ser frágil.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Nunca te rejeitaria.

-É bom não ser rejeitada por você.
-E quando eu rejeitei você?
-Quando você estava puto comigo.
-Eu não estava te rejeitando, estava te evitando.
-E tem alguma diferença?
-Rejeição agrega em não te querer. Enquanto eu te evitava, o que eu mais queria era que você me agarrasse e me mandasse calar a boca.

Tumblr.




Bom gente, decidi criar um Tumblr, quero ver como isso funciona!

Se quiserem dar uma olhadinha: http://etdeperpetuer.tumblr.com/
Até breve!