quinta-feira, 2 de setembro de 2010

a pessoa errada

costumo me apaixonar por pessoas de um jeito que não devo e acho que quase não posso encaixar no meu mundo.
Me lembrei de escrever sobre isso também por estar dando uma olhada em uns vídeos que não via há tempos. Colocarei o link do tal vídeo que me inspirou abaixo do post.
Sempre mais velhos os vovôs, os que me encantam, me fazem sonhar distante, as vezes chorar, mas o choro agora não se enquadra. Já me acostumei em não ser tão dona do meu coração, ele parece um hotel onde se hospedam muitos, uns ao mesmo tempo, outros bem distantes um do outro, tem também a diferença dos quartos, tem desde a suíte até o quartinho simples e o melhor é que a diversão está no fato de que pra se hospedarem na suíte nem precisa ser um milionário e se por ventura for um milionário talvez cobre bem caro o cantinho no quarto simples pra ele. Nesse hotel, acho que me identifico como sendo uma funcionária, que não deixa de ser importante, mas não é a dona e sua função é limpar, cuidar bem do hóspede, trazer cafézinhos e aí se ela já estiver de saco cheio do hóspede já vai deixando de lhe trazer privilégios, prestígios e coisinhas mais. Começa então, pelo seu instinto, a largá-lo, não oferece mais alguma coisa e ajeita sua cama de um jeito bem horrível. Terá também aqueles hóspedes que são prestativos, que irão, eles próprios, ajeitar sua cama, seu quarto, fazer se café em grande quantidade para que ele possa oferecer aos trabalhadores do hotel. Com esse a funcionária também se emburra pois será ele o próximo a tirar seu emprego.
Bom, é quase isso. e não era isso o que eu queria escrever, mas escrevi essa outra coisa..

Texto ótimo do Luís Fernando Veríssimo, lindo! A música que eu nunca descobri qual é, mas tbm é legal;D
até mais, estudem, eu vou tentar estudar tbm!

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